Hoje, sábado, 22 de julho de 2017

POEMAS > DÉJÀ VU



Nosso caminho termina

onde findam as  cerejeiras, 

E começam nossa casa 

e as amoreiras.


Mas o chão de terra batida, 

prossegue até o riacho

Onde eu me escondo e me acho,  

quando me perco de ti.


E no meio do caminho, 

eu descanso naquela pedra

Onde o pensamento duvida,

se mal-me-quer-bem-me-quer


Aí chega aquela brisa

que bate leve no rosto

E me traz do déjà vu... 


E então eu me consolo:

Se mal-queres-bem-queres, 

Só quem perde

Serás tu.




Ana D´Araújo

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Ana D´Araújo

Psicoterapia | Ana D´Araújo 2011
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